Ator consagrado e nome marcante da televisão brasileira, Malvino Salvador segue expandindo sua atuação para além das telas ao ingressar no universo do empreendedorismo. Em um momento em que buscava realizar seu próprio transplante capilar, o artista recebeu o convite para não apenas representar, mas integrar como sócio a Mais Cabello — oportunidade que uniu interesse pessoal, visão de negócio e identificação com os valores da marca. Em entrevista, Malvino fala sobre autoestima masculina, mudança de paradigmas e o novo capítulo de sua trajetória profissional.
Malvino, você é um dos rostos mais emblemáticos da televisão e também um empresário ativo. O que te motivou a se tornar não apenas embaixador, mas sócio de uma marca como a Mais Cabello?
Na verdade, tudo aconteceu em um momento muito oportuno. Eu já vinha pesquisando e me preparando para fazer meu próprio transplante capilar. Tinha feito algumas consultas, estava criando coragem para avançar… e foi justamente nessa fase que um dos sócios da marca me procurou com uma proposta — não apenas para ser embaixador, mas para integrar o negócio como sócio.
A partir daí, decidi conhecer a fundo a operação, os valores da empresa, a visão de crescimento e a forma como o trabalho era conduzido. Depois de analisar tudo com calma, enxerguei uma oportunidade real de diversificar meus investimentos entrando em um segmento que fazia sentido para mim naquele momento. Não seria apenas um negócio: seria algo com o qual eu estava pessoalmente envolvido e motivado.
A marca fala muito sobre restaurar não só a aparência, mas também a confiança. Como homem e figura pública, como você enxerga essa relação entre estética, autoestima e masculinidade hoje?
Por muito tempo, os homens tiveram receio de admitir que cuidavam da própria aparência. Isso vinha de uma construção cultural que associava vaidade a fragilidade, como se se cuidar fosse algo “menos masculino”. Felizmente, vejo que esses paradigmas estão mudando. A sociedade evoluiu, o comportamento masculino evoluiu, e cada vez mais homens entendem que cuidar de si não diminui a masculinidade — ao contrário, fortalece a autoestima e a autoconfiança.
Eu enxergo isso como uma mudança muito positiva. Claro, não sou adepto dos exageros. Sempre busquei um visual natural, que respeitasse minha idade e minha identidade. No meu próprio transplante capilar, fiz questão de manter parcialmente as entradas, porque eu não queria parecer alguém de 18 anos quando estou completando 50. Para mim, naturalidade é fundamental. E esse também é o propósito da Mais Cabello: mostrar que o homem pode recuperar o cabelo sem perder sua essência. É sobre devolver naturalidade, autoestima e, principalmente, confiança.
Como figura pública, viver esse processo abertamente foi muito interessante. Desde a consulta até a definição da hairline, passando pelo dia da cirurgia e todo o pós-operatório, compartilhei cada etapa nas minhas redes sociais. E isso abriu um diálogo enorme. Muitos amigos me procuraram com dúvidas: “dói?”, “quanto tempo dura?”, “como é a recuperação?”.
Vários acabaram fazendo o procedimento. Outros indicaram para amigos. E muitos homens, que antes tinham vergonha até de marcar uma consulta, se sentiram à vontade para buscar informação.
No fim das contas, percebi que minha exposição ajudou a normalizar o assunto. Muitos pensaram: “se o Malvino fez e falou sobre isso abertamente, então eu também posso”. E isso, para mim, é extremamente positivo — porque além de ser um negócio, estamos ajudando pessoas a recuperar a autoestima.

A Mais Cabello tem expandido de forma impressionante pelo Brasil e agora também internacionalmente. Como é, para você, fazer parte de uma marca que leva a tecnologia e a autoestima brasileira para fora do país?
Para mim, fazer parte da Mais Cabello é muito mais do que integrar uma empresa de estética ou tecnologia capilar. É participar de um movimento que devolve às pessoas algo extremamente valioso: autoestima e confiança.
Quando a gente começou a expandir pelo Brasil, eu já percebia como o impacto ia muito além do visual. As pessoas se olham no espelho e recuperam um pedaço de quem são — e isso transforma carreira, relacionamentos, energia, tudo. Levar essa filosofia de cuidado para fora do país é, de certa forma, mostrar para o mundo o que o Brasil tem de melhor: profissionalismo e tecnologia aplicados à beleza, resultado real e um jeito humanizado de cuidar. Uma combinação que outros países não têm.
E levar essa visão para fora do Brasil me dá muito orgulho. Mostra que a gente pode competir lá fora com esse diferencial.

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