A revolução do benefício corporativo
O mercado de benefícios corporativos no Brasil movimenta cerca de R$ 200 bilhões por ano, mas ainda opera em modelos considerados obsoletos: taxas altas para lojistas, prazos de até 30 dias para recebimento e restrições de credenciamento que sufocam pequenos restaurantes.
É nesse cenário que surge a Valepix, fintech brasileira liderada por Leandro Colhado, que promete transformar o vale-alimentação e refeição em um saldo digital via Pix, aceito em 98% dos comércios do país.
Como funciona o Valepix
- Unificação de VA e VR: o trabalhador recebe um único saldo digital.
- Pagamento instantâneo via Pix: lojistas recebem na hora, sem esperar semanas.
- Controle CNAE em tempo real: garante que o benefício seja usado apenas para alimentação e refeição, evitando fraudes.
- Inclusão e economia: empresas reduzem custos bilionários e trabalhadores ganham liberdade de escolha.
O problema que precisava ser resolvido
· Taxas de até 5% cobradas dos estabelecimentos.
· R$ 10 bilhões desperdiçados por ano em custos operacionais.
· Pequenos restaurantes sofrem com credenciamento restrito e prazos longos.
· Trabalhadores ficam limitados a redes específicas, sem poder gastar onde realmente precisam.
O marco regulatório
O Decreto 12.712/2025 estabeleceu um teto de 3,6% nas taxas de benefícios, abrindo espaço para soluções mais humanas e inclusivas. O Pix, já utilizado por 160 milhões de brasileiros, tornou-se o caminho natural para modernizar o sistema.
O visionário por trás da ideia
Leandro Colhado, fundador da Valepix, nasceu em Santo Anastácio (SP) e construiu um império digital com mais de 15 empresas de tecnologia. Reconhecido como arquiteto de fintechs que beneficiam milhões, ele resume a missão da Valepix em uma frase:
“Criou-se um sistema caro e pouco eficiente, normalizado ao longo do tempo. O Valepix não é evolução incremental, é correção de rota.”
