O embaixador da Betnacional e recordista em jogos pelo Sport Recife, falou com exclusividade à casa de apostas sobre os desafios do clube pernambucano na temporada
Ídolo do Sport Recife e jogador que mais atuou no clube pernambucano, o ex-goleiro Magrão analisa o momento do Leão para a temporada de 2026. Em entrevista à Betnacional, a Bet dos Brasileiros, o ex-jogador destacou a importância de uma organização interna do clube para a volta à Série A do Campeonato Brasileiro, elogiou a contratação de Roger Silva para comandar a equipe em 2026 e falou dos desafios de disputar a Série B do Campeonato Brasileiro.
Para Magrão, antes de pensar em um possível retorno à elite nacional, o Sport precisa estruturar bem o trabalho dentro e fora de campo. “Antes de qualquer coisa, o Sport tem que arrumar a casa. Não dá pra pensar em Série A sem organização, e a Série B não perdoa se não fizer um trabalho de qualidade para disputar o torneio. É um campeonato longo, chato de jogar, cheio de viagens, com pressão toda rodada”, avaliou o ídolo para a Betnacional.
Segundo o goleiro, o objetivo passa por montar um elenco equilibrado, com juventude e experiência, para buscar o acesso para 2027. “O objetivo do Sport precisa ser montar um time competitivo de verdade, com jogadores jovens querendo crescer, vislumbrando uma Série A no ano que vem, mas também com cara cascudo, que já passou por um campeonato assim. Quando todo mundo entende o que o clube quer e como disputar a segunda divisão nacional e compra a ideia, aí sim dá pra sonhar com coisa grande”, avaliou.
Ex-companheiro de Sport comanda a equipe em 2026
Um dos pontos mais comentados por Magrão foi a chegada de Roger Silva ao comando técnico. Companheiro de vestiário do ex-atacante que treinará o Leão nesta temporada, ele acredita que, pelo fato do companheiro ter uma identificação com o Sport, isso pode ser um diferencial para a equipe.
“Gostei muito da contratação do Roger para técnico do Sport neste ano, de verdade. O Roger conhece o Sport, conhece a torcida, sabe o que é jogar lá com a Ilha lotada e a galera cobrando firmemente o time. Isso não se aprende em curso, se vive no dia a dia, e ele viveu muito isso lá no passado”, disse o ex-goleiro do Sport no bate-papo com a Betnacional.
Magrão relembrou como era Roger no dia a dia dos treinos e jogos. “Quando a gente jogava junto, já dava pra ver que ele tinha esse perfil de comandante e boa articulação com o elenco. Era um cara que pensava o jogo, que falava bastante, que observava tudo. Então, não me surpreende nada ver ele virando treinador agora e já colhendo bons frutos, subindo o Londrina e o Athletic nas temporadas passadas. Ele pode ajudar muito o clube neste ano e confio num bom trabalho dele.”
Outro fator que pesa a favor do treinador na visão de Magrão é a experiência recente em acessos nacionais. “Ajuda demais já possuir esse currículo numa carreira tão recente. Quem já subiu de divisão sabe como é esse caminho, cheio de altos e baixos, com desafios em todos os momentos da temporada.”
Elenco atual e o ano de 2026
Pensando em 2026 como um ano estratégico, o ex-goleiro foi direto ao que pode ajudar o Sport a crescer e sair vitorioso no estadual e na Série B.
“Ganhando jogo. Não tem mistério. A vitória muda tudo: dá paz, confiança, tempo pra trabalhar. Com o resultado na mão, o clube consegue organizar bastidores, planejar melhor, pensar no futuro. Sem isso, vira apagador de incêndio. Se alinhar campo e gestão, o Sport tem tamanho pra brigar para conquistar o título. A torcida com certeza vai ajudar eles nessa disputa em 2026”, declarou à Betnacional.
Ao falar do elenco do Sport, Magrão evitou destacar nomes individuais e reforçou a importância do coletivo. “Não gosto muito de apontar um nome só. Futebol não é assim. Quando o time encaixa, quando o grupo fecha, começam a aparecer vários destaques. O Sport sempre foi forte quando jogou como time, e é isso que faz diferença numa Série B.”
Momento do futebol nordestino
Por fim, Magrão falou sobre o cenário do futebol nordestino. Em 2026, apenas dois representantes da região disputarão a Série A do Brasileirão, em comparação com os cinco que disputaram o torneio no ano passado. Além do Sport, Ceará e Fortaleza também caíram para a Série B, e nenhuma equipe nordestina fez o caminho inverso em direção à elite do futebol nacional.
“Hoje, sendo bem sincero, o cenário não é bom. O Nordeste tem camisa, tem torcida, tem paixão, mas ainda falta muito profissionalismo em alguns clubes. Precisa parar de improvisar e começar a gerir de verdade. Se isso mudar, não tenho dúvida nenhuma de que mais times do Nordeste voltam pra Série A. Potencial não falta; falta projeto”, finaliza o recordista em partidas pelo Sport, na entrevista à Betnacional.
Sobre a Betnacional
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