Caio Recke comenta experiência de viver Menashe na 11ª temporada de “Reis”

Luca Moreira
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Caio Recke
Caio Recke

Caio Recke, uma trajetória de diversidade e talento desde a infância, embarca em novos desafios interpretativos na televisão. Atualmente, ele grava a 11ª temporada da série bíblica “Reis” da Record, onde dá vida a Menashe, um Levita marcado pela amargura e tradições familiares.

Paralelamente, Recke se destaca em “Até Onde Ela Vai”, da Seriella Productions, uma série baseada em fatos reais, onde interpreta “Marcelo”, uma figura de apoio e equilíbrio durante turbulências familiares. Com uma carreira precoce e multifacetada, que inclui desde a literatura infantil até o empreendedorismo tecnológico, Caio continua a expandir seu repertório artístico, reafirmando seu compromisso com a versatilidade e a arte.

Interpretar Menashe na 11ª temporada de “Reis” introduziu você ao universo bíblico de uma forma grandiosa. Como você se preparou para mergulhar nesse papel tão complexo e carregado de significados espirituais?

Foi algo bem diferente na minha carreira e, por isso mesmo, fiquei intrigado! É uma época, um contexto completamente diferente de hoje, e por isso o estudo para as cenas tem que ser bem constante e preciso. O jeito de falar, a postura, as intenções… é tudo diferente.

Você mencionou como as gravações de “Reis” têm sido surpreendentemente leves e divertidas. Poderia compartilhar algum momento ou história de bastidores que exemplifique essa experiência?

Sempre que estamos no camarim, rola muita música, brincadeira e, obviamente, a gente começa a falar muita besteira também! Eu e Jean, por exemplo, estamos sempre zoando e nos divertindo, dançando no camarim… é uma parada que não tem igual!

Caio Recke
Caio Recke

Em “Até Onde Ela Vai”, você dá vida a Marcelo, uma figura de apoio importante para Cecília. Como foi o processo de construção dessa relação tão especial na série, considerando os desafios que eles enfrentam?

Desde que recebi a oportunidade de interpretar o Marcelo e li sua participação na história, percebi que ele teria uma carga muito importante para o decorrer da história.

Sua carreira é muito variada, passando por atuação, dublagem, locução e até empreendedorismo. Como essas diferentes facetas se complementam no seu dia a dia profissional?

Eu gosto sempre de dizer que aprender nunca é demais, e todas essas habilidades refletem isso. Há muitos aspectos da atuação e da interpretação que me ajudam muito no empreendedorismo, por exemplo. Assim como a dublagem e a locução também me auxiliam na hora de gravar.

Caio Recke
Caio Recke

Desde muito jovem, você se envolveu em projetos impressionantes, como ser embaixador de uma escola de tecnologia e escrever um livro infantil. Como essas experiências influenciaram sua visão de mundo e sua carreira artística?

Acho que a experiência por si só já mudou muito minha visão em relação ao mundo. Sempre me mexer, procurar aprender mais, ser um exemplo para as pessoas, influenciá-las de uma forma positiva… todos esses “ensinamentos” que consegui com essas experiências ajudaram não só a minha percepção de mundo, como também moldaram meu caráter e minha personalidade, de certa forma.

A transição de dublador e locutor para ator em séries e filmes envolve muitas mudanças, especialmente na forma como você se expressa. Que habilidades você trouxe da locução e dublagem para a sua atuação em frente às câmeras?

Acho que a principal habilidade que trouxe da dublagem e da locução é a atenção com as palavras e o controle sobre os tons de voz. Há cenas que é preciso falar mais baixo, mais grave, pela intensidade e carga da cena. Por outro lado, em cenas mais eufóricas, o tom de voz costuma ser mais alto, voz mais impostada… todo esse controle sobre meu tom de voz e como usar isso a meu favor veio da dublagem e da locução.

Caio Recke - Mel Summers
Caio Recke – Mel Summers

Participar de projetos tão diversos, desde o teatro até séries bíblicas e dramas contemporâneos, deve oferecer uma rica gama de experiências. Qual desses projetos te desafiou mais como ator e por quê?

Acredito que “Reis”, que estou gravando agora, é sem dúvida o projeto mais diferente e desafiador para mim. Nunca tinha feito nada parecido e tudo é diferente. Pelo contexto da época e do círculo do meu personagem, postura, tom de voz, vocabulário… tudo é bem diferente do que estou acostumado e chega a ser um pouco metódico. Postura ereta, cabelinho arrumadinho, vocabulário bem mais formal.

Olhando para trás, desde o início da sua carreira até agora, qual conselho você daria para o Caio de 12 anos, no começo de sua jornada artística?

Tenha paciência, pois sua hora vai chegar. E continue estudando, sempre. Nunca ache que sabe demais e sempre vá atrás de novos conhecimentos, não importa quais sejam.

Caio Recke - Até onde ela vai
Caio Recke – Até onde ela vai

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