Ana Polli relembra participação em realities e carreira no universo da moda

Luca Moreira
24 Min Read
Ana Polli
Ana Polli

Ana Polli, uma apaixonada por moda nascida e criada em Florianópolis, está pronta para alçar voos mais altos em 2024. Com planos de explorar novos horizontes, ela visa viagens a trabalho para São Paulo, Rio de Janeiro e além. Com 100% de disponibilidade e uma determinação inabalável, Ana está preparada para embarcar nessa nova fase com entusiasmo e energia renovados.

Desde a infância, Ana Polli nutre uma paixão pela moda, definindo-se como uma verdadeira camaleoa de estilo. Transitando entre o criativo, Barbie, rockeira e outros estilos, ela sempre imprime um toque pessoal em suas escolhas. Sua jornada na moda incluiu uma variedade de papéis, desde fotógrafa até a criação da marca “illop”. Agora, está prestes a realizar um sonho antigo ao lançar sua própria marca, levando seu nome.

Graduada em Moda pela Unisul em 2013, Ana encontrou na influência digital uma nova forma de expressar sua paixão. Inspirada por figuras como Ana Gabriela Sales, conhecida como Rica de Marré, Ana Polli busca ser uma influenciadora autêntica, mostrando a realidade e recusando-se a ser algo que não é.

Recentemente, Ana enfrentou um desafio marcante ao participar de um reality show, uma reviravolta em sua vida iniciada por uma simples indicação de uma amiga. Apesar dos desafios, ela destaca sua autenticidade como sua maior fortaleza.

Além de seu trabalho como influenciadora, Ana compartilha detalhes de sua rotina, destacando seus hobbies e cuidados com a saúde. Ela se considera uma empreendedora desde a infância, revelando uma história de determinação e superação.

Mostrando-se aberta e sincera sobre questões pessoais, Ana revela seu desejo de participar de outros reality shows e expressa sua admiração por figuras da TV como Ana Maria Braga, Silvio Santos e Faustão. Com sua autenticidade e paixão pela moda, Ana Polli continua a cativar seguidores e a construir sua marca no cenário digital, deixando sua marca por onde passa.

Como você se sente em relação aos seus planos de explorar novos horizontes em 2024, viajando para São Paulo, Rio de Janeiro e possivelmente outros lugares?

Me sinto empolgada, sinto que 2024 é meu ano! Este ano, vou realizar um sonho antigo de ter uma marca com meu próprio nome e com certeza com um grande diferencial. Pretendo dominar o mercado! Afinal, sou aquariana e o céu é o limite. Quero aproveitar todas as oportunidades que surgirem, agarrar oportunidades que me façam evoluir tanto como profissional, como influenciadora e como empresária. Quero que neste ano as pessoas conheçam a Ana Polli e não apenas a Ana do ‘Ilhados com a Sogra’. Estou disponível para viagens a trabalho a partir de agora!

Como foi a transição de sua jornada na moda, desde trabalhar como fotógrafa e vendedora até chegar à criação da marca “illop” e agora lançar sua própria marca com o nome Ana Polli?

Me formei em Moda em 2013 e desde então fiz diversos cursos na área, como costura, tricô, crochê e fotografia. Sempre tive uma paixão por ler e estudar sobre as tendências, e meu estilo é mais diferenciado e criativo, adoro cores e ousar nos looks. Já trabalhei em e-commerce de moda, fiz editoriais, fui vendedora e meu último trabalho foi como fotógrafa de moda, amava tudo que fazia, mas parecia que sempre faltava algo.

Quando surgiu a profissão de blogueira, uma amiga que já trabalhava na área me chamou para ser sua fotógrafa. Como eu gostava de fotografar, acabei fazendo um curso para me especializar e aprender a mexer com câmeras profissionais. Fotografei para algumas marcas e modelos, mas essa “carreira” foi curta. Logo depois, fui chamada para um editorial com dois cantores, onde acabei ganhando uma visibilidade maior e assim começou meu trabalho oficial como influenciadora.

Naquela época, ter 10 mil seguidores não era algo significativo, mas na época não havia muitos influenciadores. Quando comecei em Florianópolis, era uma das poucas influenciadoras, e por alguns anos fui a única a fazer provadores fashion na região. Fui a primeira a inovar nesse mercado aqui na Grande Florianópolis e até mesmo no Sul do Brasil. Nunca ouvi falar de outra pessoa que começou em 2016 fazendo o que eu fazia. Inclusive, fiz alguns editoriais em várias outras cidades de Santa Catarina.

Infelizmente, a pandemia chegou e tudo mudou completamente. Com isso, dei uma pausa no trabalho como influenciadora e tirei do papel um sonho junto com uma necessidade que sentia: abrir uma agência de influenciadores com mais dois sócios. Abrimos no auge da pandemia em 2020, e foi a melhor decisão que poderíamos ter tomado naquele momento. Continuava trabalhando como influenciadora, que é minha paixão, mas durante três anos, meu foco principal foi a empresa.

Depois de participar do reality show, saí da sociedade porque acredito que tudo tem seu tempo e sua fase. Queria voltar a viver da influência, que é o que mais amo, e tirar do papel um sonho muito antigo de ter uma marca própria com meu nome.

Qual foi a inspiração por trás de sua decisão de se tornar uma influenciadora digital autêntica, em contraste com a superficialidade encontrada em alguns setores?

Comecei minha carreira fazendo provadores fashion, e meu diferencial, devido à minha formação em Moda, era saber falar sobre as tendências e até mesmo sobre os tecidos das peças. Isso fez com que muitas marcas e lojas começassem a me notar e quisessem que eu fosse até elas para falar sobre suas coleções.

Quando entrei nessa carreira em 2016, não via toda essa futilidade que percebo no universo dos influenciadores hoje em dia. Antes, acredito que as pessoas não tinham tanto medo de serem autênticas. Na era do cancelamento, vejo muitas pessoas fingindo ser algo que não são, e percebo mais pessoas vazias e gananciosas do que aquelas que realmente amam o que fazem. Acredito que é por isso que, mesmo depois de alguns anos, ainda somos desvalorizados. É como diz o ditado: o bem sempre paga pelo mal. Mas é assim que a humanidade funciona, e não podemos desistir por causa dos erros dos outros.

Ana Polli
Ana Polli

Como foi a experiência de participar de um reality show e enfrentar desafios marcantes durante as gravações?

Sou completamente viciada em reality shows desde o primeiro que surgiu; assisto a todos! Desde jovem, tinha o sonho de participar de um reality, então quando surgiu a oportunidade, não hesitei.

Posso dizer com propriedade que a participação em um reality é uma surpresa real, pois não sabemos nada antes, pelo menos no que participei. Inclusive, nem o nome do programa eu sabia, muito menos com quem ficaria lá dentro. Para mim, a primeira prova foi totalmente uma superação, pois tenho fobia de mar aberto, um verdadeiro pânico que não consigo explicar. Acredito que quem também tem vai me entender e saber que a primeira prova, que era na água dentro de um bote, foi muito tensa e sofrida para mim. Todos sabem que em todo reality há muitos testes antes de ser chamado, e sempre deixei claro sobre meu medo e fobia do mar. Fiquei muito chateada nessa hora, pois deixei claro que, se houvesse prova na água, nem tentaria participar. No entanto, superei-me, entrei com medo e tentei ao máximo. Além do pânico da água, tenho síndrome do túnel do carpo na mão, que vai do indicador até o braço, e não consegui remar mais devido à dor na mão, ao medo e, claro, porque o ‘tesouro’ não ajudou nada como estímulo. Na edição, pareceu engraçado pela música e tal, e amei a edição, achei que de uma cena triste veio algo engraçado, e até tirou um pouco o foco da fobia, mas foram horas difíceis (acho que foram horas, pois não tínhamos noção de tempo). Sempre tive ‘medo’ de mostrar que sou fraca e de provar que não sou o que tanto ouvi falarem que sou, e em todas as provas, mesmo estando sempre por último, vencia todas! Porque dei o meu máximo, e a minha competição é sempre comigo mesma; que eu seja melhor hoje do que a Ana de ontem, uma evolução diária.

Sobre a relação lá dentro, essa sou eu: engulo e peço desculpas só para evitar brigas. Brigas me desgastam, e sinceramente, acho que não levam a nada. Discutir não faz o outro mudar, principalmente se tratando de pessoas que você conhece, sabe o jeito, e sabe que nada adiantaria. É aquele velho ditado: prefiro ter paz a razão. Eu amo o amor, e sei que ele sempre vence, e venceu! Hoje não tenho mais nenhum contato com minha sogra, nunca mais a vi, e sou muito mais feliz assim. Então, acredito que o programa ajudou muito nisso, e com certeza foi uma das melhores coisas que aconteceu para o nosso bem. Hoje, Antonio e eu somos ainda mais unidos, graças a Deus.

Além de sua carreira como influenciadora, você destacou seus hobbies, como tricô, crochê e a venda em seu desapego pessoal. Como essas atividades influenciam sua vida e seu trabalho?

Eu havia começado um curso de tricô e crochê, que infelizmente, por falta de tempo, tive que parar. Além de serem peças maravilhosas, é tão prazeroso fazê-las. Em breve, teremos novidades sobre isso também!

Já tenho um desapego desde 2012, tinha outro Instagram que foi apagado, antes mesmo de começar a trabalhar como influenciadora. Na faculdade de moda, aprendemos muito sobre a história da moda e sobre a evolução, que, no caso do desapego, brechó, bazar, independente do nome, é algo que já era falado há muito tempo. Infelizmente, a indústria da moda é uma das mais poluentes do mundo e produz muito lixo, para os quais não temos mais espaço, além da contaminação da decomposição e outros fatores. Amo pensar no planeta, afinal, é a nossa casa, e todos deveriam pensar mais nele. Nisso, vi uma oportunidade em que posso ajudar o planeta, me ajudar financeiramente e ajudar outra pessoa que talvez quisesse comprar uma peça que tenho, mas não tinha condições de comprar a preço cheio, ou talvez porque já saiu de linha, é de uma coleção antiga, ou porque iria usar apenas uma vez. São inúmeros motivos e inúmeras vantagens para todos os lados. Inclusive, acho que é um nicho sem concorrentes, pois geralmente o que tenho no meu desapego dificilmente será encontrado em outro, e vice-versa. A mesma cliente pode ser cliente de todos. Além de tudo o que citei, sempre amei ‘vender’. Desde pequena, sou empreendedora, haha! Tinha uns 6 anos quando comecei. Pegava uma cadeira de plástico na casa de praia da minha vó, um guarda-sol, tatuagens de bisnaguinha, comprava saquinhos de pipoca no 1.99 na época era febre, hoje nem existe mais, e ficava ali sentada vendendo. E eu vendia tudo! Assim que vendia, usava o dinheiro para comprar mais daquilo que vendia e fazer mais dinheiro. Era minha ‘brincadeira’ preferida. E claro, interligando tudo, vem minha marca.

Você mencionou questões pessoais, como um aborto em 2021 e sua luta contra a ansiedade desde os 15 anos. Como essas experiências moldaram sua jornada e sua visão de mundo?

Em 2021, descobri por acaso que estava grávida. Liguei para o Antonio (ainda não morávamos juntos) e contei que estava me sentindo estranha, com dor no peito e com um atraso significativo na menstruação. Ele disse que era coisa da minha cabeça e que logo eu menstruaria, mas sugeriu que comprasse um teste, pois se desse negativo, significaria que a menstruação estava próxima. Comprei o teste e, para minha surpresa, deu positivo muito rapidamente, em poucos segundos ou menos. Liguei para ele apavorada e ele sugeriu que eu fizesse mais dois testes, pois “três testes confirmam mesmo”. Fui lá e fiz todos, e todos deram positivo muito rapidamente. Nesse momento, fui para a casa dele e ficamos parados, olhando para a TV desligada por horas. Ele sugeriu que fizéssemos um exame de sangue para confirmar, e eu fui. O resultado do teste beta hCG estava muito alto, então corri para o hospital público, pois não tinha plano de saúde e era um momento em que a pandemia estava piorando novamente.

Fizemos um ultrassom e não aparecia nada. O médico até mencionou a possibilidade de gravidez ectópica. Ele me pediu para voltar depois de 24 horas. Quando voltei, depois de várias idas e vindas, finalmente confirmamos que eram gêmeos. Fiquei emocionada e feliz, mas a alegria logo se transformou em preocupação quando comecei a sentir uma dor muito forte. Comecei a sangrar e passei por várias horas de sangramento intenso. Foi uma experiência muito difícil, tanto fisicamente quanto emocionalmente.

Alguns dias depois, minha avó, que amo profundamente e que me criou desde o meu primeiro dia de vida, contraiu COVID-19. Ela estava no auge da pandemia, e eu estava lidando com o aborto. Foi uma época muito difícil para mim, mas tive que me manter forte para cuidar dela. Fui atrás de oxigênio com urgência e, depois de muita busca, finalmente consegui. Foram 30 dias sem dormir, cuidando dela, dando injeções, trocando o oxigênio, alimentando-a e garantindo que ela recebesse os cuidados necessários. Minha mãe, que sofre de uma doença rara, neuralgia do trigêmeo, não podia me ajudar com medo de contrair o vírus.

Depois de tanto sofrimento e sustos, acabei no hospital com uma dor terrível, que acredito ter sido causada por todo o estresse emocional e físico que enfrentei. Fui para o hospital de cadeira de rodas, incapaz de falar ou andar direito. Tomei várias injeções de morfina, mas a dor persistia. Foi uma experiência aterrorizante, mas também me fez perceber o quanto sou forte e capaz de superar os desafios da vida. A dor e a perda que enfrentei me ensinaram a valorizar cada momento e a encontrar forças dentro de mim que nem sabia que tinha. E, apesar de todas as adversidades, sei que sempre haverá uma luz no fim do túnel e que o amor e a fé podem nos guiar através das tempestades mais escuras.

Ana Polli
Ana Polli

Qual é o seu maior desejo ao participar de programas de TV, como o Power Couple, BBB e A Fazenda? E o que você espera alcançar ao realizar esse desejo?

Sou completamente apaixonada por reality shows, como BBB, A Fazenda e Power Couple. Assisti praticamente todos desde o primeiro de cada um. Participaria sem dúvidas de qualquer um deles, mas sempre sendo eu mesma e mantendo meu jeito único. Se esperam barraco de mim, acho difícil (embora eu admita que não tenho muita paciência, então quem sabe com o tempo eu acabaria falando algo, principalmente se me deixarem sem comida – aí sim eu piro! Haha). Vão ter que me colocar à prova.

Na vida, sou assim, felizmente ou infelizmente. Tolerar as coisas e não falar nada acaba me machucando muito. Às vezes, queria não ser tão “boazinha”, pois acabo deixando de fazer coisas por mim para fazer pelos outros, e infelizmente raramente sou valorizada ou reconhecida por isso.

O BBB é meu maior sonho, pois acredito que a visibilidade que ele proporciona pode mudar a vida de uma pessoa em todos os sentidos. No Power Couple, eu adoraria participar, pois estaria ao lado do Antonio, que é meu namorado, meu melhor amigo, a pessoa que me faz sentir bem, tranquila e segura. Seria perfeito! Além disso, poderia enfrentar desafios que me ajudariam a me superar.

Quanto à A Fazenda, acredito que me apegaria a alguns dos animais. O que não gosto são os barracos de nível muito baixo, mas ainda assim consideraria participar pela visibilidade e pelas oportunidades que surgiriam após o programa. No entanto, entre os três, seria minha última opção.

Quais são suas principais referências na televisão brasileira, como Ana Maria Braga, Silvio Santos e Faustão, e como elas influenciam sua carreira e sua vida?

Desde pequena, minha maior referência sempre foi Dercy Gonçalves – ela foi e sempre será minha diva. Tenho uma grande admiração pela Hebe Camargo, que era um exemplo para mim. E assisto ao programa da Ana Maria desde a infância; sempre tive o sonho de cozinhar lá (até imito fazendo receitas como se estivesse no programa! Haha). Inclusive, spoiler: minha coleção terá três modelos e vou homenagear minhas divas dando a eles os nomes de Dercy, Hebe e Ana Maria. Acho que a Ana Maria fica ainda mais maravilhosa com a idade – amo suas pérolas, ela fala sem filtro! Todas elas tinham isso em comum, por isso eram e são tão autênticas, únicas e eternas!

Gostaria muito de conhecer o Silvio e o Faustão – sempre ouvi falar que são uns amores. Sinceramente, adoraria conhecer toda essa turma que cresci vendo na TV, como Marcos Mion, Luciano Huck, Xuxa, Angélica, Rodrigo Faro, Eliana, Raul Gil e Celso Portiolli. Sou da geração millennials, ou seja, parte da velha guarda. Também adoro o programa Mulheres da RedeTV! e adoraria participar do Poddelas da Tata e da Bruna, assim como do podcast da maravilhosa Ana Beatriz Barbosa, a psiquiatra.

Como você vê o futuro de sua marca no cenário digital, e quais são seus planos para continuar cativando seguidores e construindo sua presença online?

Sinto que ela representa algo totalmente ‘novo’, um diferencial genuíno. Vou lançá-la exatamente na era da tendência ‘arrume-se comigo’. A maioria das pessoas que começam esses vídeos está usando um roupão, e é claro que estar com um roupão personalizado da minha marca criará o desejo nelas de iniciar o vídeo com essa peça. Acredito que será um sucesso! Estou superconfiante. Vou continuar sendo eu mesma. Tenho uma comunidade de fãs bem nichada, que chamo carinhosamente de ‘rosinhas’, onde sempre trocamos mensagens. Percebo que elas gostam do que posto, apreciam ver meu dia a dia, as brincadeiras com o Antônio e até a participação da Alfrida, minha hamster.

Ana Polli
Ana Polli

Por fim, quais são seus projetos futuros e objetivos profissionais para os próximos anos?

Meu projeto futuro é expandir minha marca com mais minicoleções de novos produtos, tornando-a minha principal fonte de renda. Pretendo continuar trabalhando como influenciadora, pois amo o que faço desde o início. Tenho prazer em me envolver nesse trabalho e não me vejo parando tão cedo, mesmo que não seja meu foco principal. Adoro conversar com minhas seguidoras, compartilhar minhas experiências, desabafar e oferecer a elas a oportunidade de compartilharem suas próprias histórias. Além disso, amo colaborar com marcas que admiro e ser reconhecida pelo meu trabalho, o que realmente não tem preço. Encontrei minha paixão na profissão de influenciadora. Me inspiro muito na Bianca Boca Rosa, que não só é uma influenciadora incrível, mas também uma empresária de sucesso. Acredito que a maior parte da renda dela vem da venda de sua própria marca, e é assim que visualizo meu futuro. Quero viajar muito a trabalho e, com tudo dando certo, também quero ter a oportunidade de conhecer outros lugares.

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