Tati Pinheiro chega com regravação de clássico do Stevie Wonder

A cantora e jurada Tati Pinheiro, que ficou conhecida nos anos 80 pelo grupo infantil Os Abelhudos, lançou recentemente a música “Overjoyed”, sucesso na voz de Stevie Wonder. Na voz de Tati a música ganhou uma nova roupagem e toques suaves, e contou coma produção de Cauan Jolt e Henrique Britto.

Atualmente jurada do programa “Canta Comigo Teen” da RecordTV e Netflix, ela tem investido na Semana de Mentoria para Novos Talentos, onde recebe renomados convidados em seu Instagram para lives com dicas do universo artístico. As lives acontecem de segunda a sexta, sempre às 20h, em seu Instagram. Confira a entrevista:

Lançada recentemente, a canção “Overijoyed” foi um verdadeiro sucesso na voz do americano Stevie Wonder em 1985 e hoje ela ganhou uma nova roupagem através do seu vocal. O que a fez querer fazer essa revisita ao clássico do passado e qual acredita ser o significado dessa canção para o mundo?

Stevie Wonder é atemporal, né? As canções dele falam de temas que sempre serão importantes. Sou muito fã dele e quis fazer uma homenagem. Adoraria saber se ele curtiu a minha versão da música! (RISOS)

Trazendo alguns toques mais suaves, essa sua nova versão contou com a produção da dupla Cauan Jolt e de Henrique Britto. Poderia nos contar um pouco mais sobre sua experiência ao lado desses dois e como foi o processo criativo de vocês?

Conheci o Cauan no painel de jurados da primeira temporada do Canta Comigo Teen. Ficamos amigos logo de cara! Cauan fez o arranjo de Overjoyed e ficou lindo! Deu um toque jovem à música, mesmo que mantendo a levada de bossa nova que é o meu estilo. Henrique é meu parceiro nos videoclipes. A cada vídeo nos tornamos mais amigos e tudo flui mais fácil. Aliás, o vídeo clipe está disponível no meu canal do YouTube: Tati Pinheiro Oficial.

Atualmente, você está como jurada do reality musical “Canta Comigo Teen”, que apresentado por Rodrigo Faro, está revelando ao Brasil todos inúmeros jovens talentos musicais. Tendo como vista que você foi uma, como é está presenciando a chegada de tantas crianças e adolescentes no cenário musical e o que acha que mais mudou nas gerações?

Essa oportunidade de estar no painel de jurados por duas temporadas me deu a chance de revisitar meu passado, com a maturidade que tenho hoje, mas sem perder a alegria que tinha quando artista mirim. Minhas palavras são sempre encorajadoras porque eu realmente acredito que a carreira artística é feita de degraus. Nada é definitivo e nenhum rótulo cabe às apresentações. Pensando nisso tudo, inclusive, lancei a minha Mentoria +QTalento, recém lançada no mercado digital, onde estarei com os jovens artistas por 12 semanas planejando o passo a passo da carreira deles. As informações estão no site http://www.mentoriatatipinheiro.com.br Estou muito feliz e grata!

Há anos atrás, você passou a ficar bastante conhecida por integrar o grupo Os Abelhudos, que justo na época dos anos 80, estavam no auge juntamente com o Trem da Alegria e a Turma do Balão Mágico. Quais são suas maiores lembranças dessa época e como essa passagem lhe ajudou a ser essa artista que é hoje?

Esse foi a sua pergunta mais difícil até agora (RISOS). Eu vivi o sucesso muito novinha, com 10 anos de idade. Tive que batalhar muito depois disso para me manter no mercado. Participei de vários projetos para o Japão, todos de Bossa Nova, e agora estou num novo momento fértil de lançamentos musicais onde eu sou a minha própria produtora fonográfica. Isso é incrível! a gente se reinventa sempre. Isso é uma dádiva. As minhas lembranças são de muito trabalho e muita diversão. Lembro de tudo como se fosse um sonho bom que eu tive, sabe?

Você está a frente da Semana de Mentoria para Novos Talentos, onde recebe renomados convidados em seu Instagram para lives com dicas do universo artístico. Isso é interessante por mostrar o quanto nossas vidas estão cada vez mais conectadas as redes sociais. Qual é a importância na sua visão do uso dessas ferramentas não apenas como um hobby, mas para formas de trabalho e até educacional, como foi o caso das lives propostas por você?

Olha, eu entrei nesse universo por acaso há dois anos para me manter na música durante a Pandemia (RISOS). Tenho a formação em jornalismo e claro que isso me ajudou. No entanto, estou aprendendo o tempo todo. No Instagram eu já estou safa. Meu desafio agora é fazer as lives do Youtube. Estou sofrendo para aprender, mas adoro um desafio! As redes sociais nos empoderam já que a gente não precisa ficar aguardando que alguém nos dê uma oportunidade. È só ir lá e fazer. Agora, se manter com bons conteúdos, aí são outros quinhentos, né? É necessário ser constante e criativo.

O que devemos saber sobre Tati Pinheiro na qual poucos têm conhecimento?

Eu sou tão livro aberto! Falo com tranquilidade até sobre as dificuldades que passo como o Transtorno de Ansiedade, por exemplo. Meus seguidores sabem que eu estou sempre em busca de autoconhecimento porque posto os cursos e mentorias que faço. Acompanham meu casamento de 23 anos, nas postagens que faço. Só não publico nada com o meu filho que tem 17 anos e é avesso à exposição. Enfim…sou muito verdadeira, sincera, dedicada, amorosa e estou sempre buscando ser uma pessoa melhor. Acredito que estamos nessa vida para isso: é essa a missão de cada um.

Em matérias publicadas no ano passado, você falou sobre não falarem de ansiedade na época que você era criança. Essa visão mudou atualmente, uma vez que a ansiedade vem sendo cada vez mais debatida. Como uma pessoa que passa por isso desde criança, qual é a importância de se falar sobre esse mal que atinge tantas pessoas no mundo? 

Meu filho também teve crises de pânico aos 13 anos. A mesma idade que minhas crises começaram. Meu marido ficou perdido, não sabia o que fazer. No entanto, devido à facilidade de informações que temos hoje e por sermos pais zelosos, fomos amorosos com ele durante todo o processo. eu sofri muito com as crises de ansiedade quando era criança, porque falavam que eu queria chamar a atenção, que era chantagem emocional, essas coisas. Acabei acreditando que eu era frágil por viver constantemente passando mal (enjoos, vômitos, queda de pressão, etc). Nós somos o país mais ansioso do mundo! É inacreditável que ainda existam pessoas com preconceitos com esse transtorno. Precisamos falar para que novos casos sejam descobertos cedo e para que essas pessoas possam receber o tratamento ideal a fim de terem uma vida normal.

*Com Andrezza Barros

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